Turismo libera recursos para Natal

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O deputado federal Walter Alves (PMDB) mandou avisar:

Viabilizou junto ao Ministério do Turismo a liberação de recursos para a reestruturação da orla marítima de Natal.

A confirmação foi anunciada pelo ministro Marx Beltrão, durante audiência com o deputado e o prefeito Carlos Eduardo Alves.

Ainda na reunião, o ministro confirmou a liberação de R$ 1,5 milhão para as obras de reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal e mais R$ 500 mil para o Museu da Rampa.

 

Julho Branco

Em Natal, a Câmara aprovou o projeto da vereadora Eleika, que institui o “Julho Branco” no calendário oficial de eventos do município.

Se for sancionado, o “Julho Branco” será destinado a campanhas voltadas para a saúde e a dignidade do idoso, o envelhecimento saudável e a conscientização quanto à violência aos idosos.

 

Câmara Cultural

A presidente da Câmara de Mossoró, vereadora Isabel Montenegro, apresentou projeto de lei para garantir o reconhecimento do Câmara Cultural como patrimônio cultural de Mossoró.

O Câmara Cultural foi criado para levar ações culturais e de entretenimento aos bairros de Mossoró, como forma de aproximar à população do Poder Legislativo e valorização dos talentos locais.

A ideia de Isabel é retomar o projeto incluindo ações sociais para os moradores dos bairros onde o Câmara Cultural for realizado.

Sonho que virou realidade

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Em Mossoró, o Teatro Dix-huit Rosado está completando 13 anos. Uma série de apresentações marcou a data nesta quinta-feira (11).

Na ocasião, a prefeita Rosalba Ciarlini lembrou a construção da obra, que marcou o seu terceiro mandato à frente do município.

“Com o pouco que a gente tinha ninguém acreditava que iríamos construir o Teatro para abrigar os nossos artistas. Eu sempre dizia que iria dar certo. Insistimos e conseguimos esse Teatro que é uma maravilha para a cidade e que realmente traz a oportunidade para todos”.

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A presidente da Câmara de Mossoró, Isabel Montenegro e os vereadores Alex Moacir (PMDB), Manoel Bezerra (PRTB), Tony Cabelos (PSD), Maria das Malhas (PSD) e Francisco Carlos (PP) também participaram.

 

Contas públicas

O Ministério do Planejamento propôs um teto de R$ 159 bilhões no rombo das contas públicas, mas o governo deixou para bater o martelo na semana que vem. Hoje, o ministro Dyogo Oliveira pode explicar parte das medidas para conter a crise fiscal. A equipe econômica de Temer também pretende economizar R$ 9,5 bilhões em 2018 ao deixar para depois o reajuste no salário dos servidores.

Cargos de vice estão mantidos

Os membros da comissão da Câmara que analisa propostas de reforma política fizeram uma nova mudança no texto do relator Vicente Cândido (PT-SP) e eliminaram o trecho que previa a extinção dos cargos de vice-presidente, vice-governador e vice-prefeito.

O relator tinha incluído essa previsão na proposta argumentando que os vices geram altos custos para a administração pública, além de servirem para “conspirar”, segundo sua avaliação.

 

Aprovados Distritão e Fundo de Financiamento da Democracia

Após aprovar o texto-base da reforma política, a comissão da Câmara que discute mudanças no sistema eleitoral aprovou na madrugada desta quinta-feira (10), uma emenda que estabelece o chamado “distritão” nas eleições de 2018 e de 2020 para a escolha de deputados federais, deputados estaduais e vereadores.

A comissão também aprovou dobrar o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais. Pelo texto, o Fundo Especial de Financiamento da Democracia levaria R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União, em 2018.

Exemplo vem de cima

O Conselho Superior do Ministério Público Federal desistiu da proposta de reajuste de 16% no salário dos procuradores para o ano que vem.

A decisão foi tomada um dia após o Supremo Tribunal Federal ter decidido não propor aumento salarial dos ministros para 2018.

Em julho, o Conselho do Ministério Público havia aprovado um aumento salarial de 16%, que seria enviado para o governo incluir no orçamento.

Ao justificar o recuo, a próxima procuradora-geral, Raquel Dodge, disse que a regra do teto de gastos públicos limita o reajuste.