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Com dívidas da gestão anterior, Prefeitura já pagou 14 folhas a terceirizadas

Em Mossoró, a prefeita Rosalba Ciarlini ainda pena para sanear as contas da prefeitura e saldar as dívidas da gestão anterior. Engana-se quem pensa que a tarefa é fácil.

Tão difícil quanto a missão de explicar a situação à população.

Segundo a prefeitura, somente em 2017, o município já pagou o valor de aproximadamente R$ 20 milhões. Isso equivale a 14 folhas salariais de cada empresa terceirizada entre as maiores prestadoras de serviço de mão de obra.

“Se não existissem débitos dos anos anteriores, o valor pago a cada umas destas terceirizadas superaria a quantidade de meses e remunerações necessários para 2017. Como se observa, a situação é mais complexa, pois além de ter a disponibilidade financeira para pagar os valores da atual, o município precisou arcar com débitos vultuosos ainda existentes dos exercícios de 2015 e 2016”, explica em nota.

 

É preciso reconhecer o esforço de Isaura

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A professora Isaura Amélia, diretora-geral da Fundação José Augusto, está comemorando a publicação do edital de licitação para reforma do Teatro Lauro Monte Filho, em Mossoró.  Não é sem motivo.

Longe de ser uma unanimidade entre a tão politizada classe artística do estado, Isaura é uma trabalhadora da cultura, dedicada, competente, entusiasta. Ela põe a mão na massa.

Os mais próximos sabem que Isaura é capaz de investir do próprio bolso para ver os projetos saírem do papel.

Sofre com a burocracia, com o trâmite demorado à que ficam submetidos, muitas vezes, os processos administrativos. Principalmente quando há casos em que uma empresa abandona a obra e é preciso dar início a um novo processo de licitação, como ocorreu com o Teatro Lauro Monte Filho.

Por isso, Isaura comemora.

Assim foi com a Cidade da Criança, o Museu Café Filho, a reforma da Biblioteca Câmara Cascudo, que também está saindo do papel, e tantos outros equipamentos importantes que ela tem trabalhado para deixar como legado de sua gestão.

Incorporemos a este legado o cuidado com a produção dos artistas plásticos, com as exposições na Pinacoteca do Estado e nos espaços de cultura pelo interior a fora, mesmo com parcos recursos; com as manifestações populares e os editais para promoção de grupos artísticos locais e quadrilhas juninas; com a publicação de livros; com os corais públicos e a Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão; com os grandes espetáculos, como a Cantata dos Mártires; e programações memoráveis como a do Agosto da Alegria.

Isaura é sinônimo de Cultura e, também por isso, está no seu quarto mandado à frente da FJA. Nesse, que diz ser o último, se dedica a retirar do papel as grandes obras e reformas dos equipamentos.

Ela diz que tem sido uma grande batalha e que queria poder realizar mais.

Eu rebato com uma frase conhecida, que diz: a realização não vem com a conquista dos objetivos traçados, mas sim no caminho percorrido até alcançá-lo.

Isaura tem um belo caminho. Já fez muito, professora.

É preciso reconhecer!

A Cultura do Rio Grande do Norte agradece o seu comprometimento.

Isaura

 

Moreira Franco sugere que deputados contrários à reforma deixem o PSDB

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco (PMDB), mostrou-se entusiasmado com a declaração do novo presidente nacional do PSDB, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, de que é favorável ao fechamento de questão para a reforma da Previdência.

Moreira Franco sugeriu que deputados contrários à reforma deixem o PSDB. “Ninguém é obrigado a continuar no partido. O PMDB fechou questão, em outras ocasiões, e puniu quem não cumpriu, porque assim tem que ser”, disse.

Pela agenda da Câmara, o relatório do deputado Arthur Maia (PPS-BA) deve ser lido em plenário na próxima quinta-feira (14).

Discussão em plenário começa dia 14

Apesar das declarações do presidente Michel Temer, de que a votação da Reforma da Previdência pode ficar para o início de 2018, o governo está mesmo disposto a votar a proposta ainda em 2017.

No fim de semana, Temer voltou a reunir aliados para discutir a estratégia e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, saiu com a missão de colocar a matéria em discussão no próximo dia 14. A votação está prevista para o dia 18.

Temas políticos dominam a pauta do STF

As últimas sessões do ano no Supremo Tribunal Federal (STF) foram reservadas para temas políticos.

Estão na pauta uma ação do Ministério Público Federal (MPF) para proibir a Polícia Federal de negociar delações e pedidos de políticos do PMDB para suspender o andamento da denúncia em que foram acusados junto com Temer.

O STF tem mais 3 encontros marcados até entrar em recesso, na semana que vem.

 

PSDB se reúne em torno de Alckmin

O governador Geraldo Alckmin (SP) conseguiu costurar um acordo político para formar a próxima direção executiva nacional do PSDB. Foram várias as conversas com o governador de Goiás, Marconi Perillo, e os senadores Tasso Jereissati (CE) e Aécio Neves (MG).

Enquanto Alckmin deve ser eleito para a presidência tucana, o senador cearense deve assumir o Instituto Teotônio Vilela, braço teórico do partido. Já Perillo deve ser indicado para a 1° vice-presidência e pode assumir o comando do partido em agosto, quando Alckmin deverá se dedicar apenas à eleição presidencial.

 

STF deve declarar inconstitucional a revogação de prisões por assembleias

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (7) o julgamento de ações que visam esclarecer se assembleias legislativas podem revogar prisões de deputados estaduais determinadas pela Justiça. O julgamento começou nesta quarta (6).

Na Corte, cresce o entendimento de que a medida deve ser declarada inconstitucional. Por enquanto, o placar está 1 a 1.

Primeiro a votar, o ministro Marco Aurélio Mello foi favorável à possibilidade de assembleias legislativas revogarem prisões de deputados estaduais determinadas pela Justiça.

Segundo a votar no julgamento, o ministro Edson Fachin abriu a divergência e votou contra. Ele também votou contra a possibilidade de revisão de medidas alternativas à prisão, como recolhimento noturno, afastamento do cargo ou proibição de deixar o país e contatar outros investigados, por exemplo.

No voto, Fachin disse que as imunidades previstas na Constituição Federal para deputados federais e senadores devem ser interpretadas de forma “restritiva”, isto é, limitadas somente a parlamentares federais.

A ação em análise no STF decorre de decisão da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.  No mês de outubro, logo após a decisão do STF que beneficiou Aécio Neves, a AL-RN decidiu revogar o afastamento do deputado Ricardo Motta (PSB), que havia sido determinado em junho pelo desembargador Glauber Rêgo, do TJ-RN.