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Zenaide escolhe o PROS

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A senadora Zenaide Maia deixou o PHS e agora está filiada ao PROS.

Ao não atingir a cláusula de barreira, o PHS ficou sem fundo partidário e tempo de rádio e TV.

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Para o presidente do PROS Nacional, Euripides Júnior, quem ganha é o partido. “Fico muito feliz por ter Zenaide no partido, uma mulher, e que também é uma parlamentar que defende a redução dos impostos e tem um projeto na Câmara. Agradeço imensamente e quero dizer que vamos fazer um trabalho maravilhoso pelo Rio Grande do Norte”, garantiu o presidente.

Jean-Paul Prates integrado

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Mesmo há apenas um mês no cargo, o senador Jean-Paul Prates já está bem enturmado com a bancada do seu partido, o PT, no Senado.

O grupo se reuniu nesta quinta (31), dia que antecedeu o início da nova legislatura.

Participaram os senadores Humberto Costa, Paulo Rocha, Jacques Wagner, Rogério Carvalho e Paulo Paim.

“Uma bancada guerreira, pequena, mas de muita luta e de muita garra. Hoje tivemos uma reunião de trabalho muito proveitosa. Orgulho de participar dessa valorosa equipe”, destacou Prates.

Sobre o senador

Jean-Paul nasceu no Rio de Janeiro, mas passou a morar no Rio Grande do Norte em 2005, época em que transferiu duas de suas três empresas para o estado.

Em 2001, iniciou um plano de planejamento energético para o Rio Grande do Norte, trabalhando voluntariamente numa proposta apresentada ao então governador Garibaldi Alves Filho.

Prates também foi secretário de Energia do governo Wilma de Faria. Em 2003, sua proposta de desenvolvimento para o setor energético, com fontes renováveis e a revitalização do setor de petróleo, foi adotada pela gestão da governadora.

Congresso e Assembleia tem dia de posse e eleição

Hoje é dia de posse no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas de todo o Brasil.

No Senado, dois terços dos senadores serão empossados e terão 8 anos de mandato pela frente. Do Rio Grande do Norte, chegam Zenaide Maia (PROS) e Styvenson (REDE). Jean-Paul Prates (PT), que assumiu em janeiro a vaga da governadora Fátima Bezerra, completa a bancada potiguar na Casa, que foi inteiramente renovada.

Na Câmara Federal, os 8 deputados federais do Rio Grande do Norte também tomam posse. Beto Rosado (PROGRESSISTAS), Fábio Faria (PSD), Rafael Motta (PSB) e Walter Alves (PMDB) permanecem. João Maia (PR) retorna. Natália Benevides (PT), Coronel Girão (PSL) e Benes Leocádio (PTC) chegam.

Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, serão empossados:

Albert Dickson (PROS)

Allyson Bezerra (Solidariedade)

Coronel Azevedo (PSL)

Cristiane Dantas (Solidariedade)

Dr. Bernardo (Avante)

Eudiane Macedo (PTC)

Ezequiel Ferreira (PSDB)

Francisco do PT (PT)

Galeno Torquato (PSD)

George Soares (PR)

Getúlio Rêgo (DEM)

Gustavo Carvalho (PROS)

Hermano Morais (MDB)

Isolda Dantas (PT)

José Dias (PSDB)

Kelps Lima (SOLIDARIEDADE)

Kleber Rodrigues (Avante)

Nélter Queiroz (MDB)

Raimundo Fernandes (PSDB)

Sandro Pimentel (PSOL)

Souza (PHS)

Tomba Farias (PSDB)

Ubaldo Fernandes (PTC)

Vivaldo Costa (PSD)

O dia também será marcado por eleições para as mesas das casas.

PSDB fecha questão a favor da reforma

O PSDB decidiu fechar questão e votar a favor da Reforma da Previdência. Com a decisão tomada na reunião da Executiva Nacional, os 46 deputados do partido serão pressionados a votar com a orientação. Neste primeiro momento, o partido decidiu não punir eventuais deserções.

O apoio tucano é considerado essencial para que o governo do presidente Michel Temer (PMDB) consiga aprovar a reforma. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), são necessários 308 votos para que seja aprovada na Câmara.

Denúncia aceita

Foi por 4 votos a 1 que a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia contra o  presidente nacional do partido Democratas e senador José Agripino Maia (RN), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é acusado pela Procuradoria Geral da República (PGR) de receber propina para destravar o financiamento do estádio Arena das Dunas.

A denúncia afirma que Maia influenciou na mudança de parecer do TCE-RN, que inicialmente não havia aceitado a documentação da OAS sobre a construção da Arena. O impasse travou, no primeiro momento, o repasse de recursos do BNDES à empreiteira. Segundo a PGR, Agripino recebeu propinas pela sua atuação no caso por meio de doações eleitorais da empresa e dinheiro em espécie.