CNJ decide sobre uniões poliafetivas

O Conselho Nacional de Justiça deve decidir nesta terça se permite ou proíbe união estável de mais de duas pessoas.

A autora do pedido de proibição afirma que reconhecer uniões poliafetivas será ‘involução’. Entidade favorável a esse tipo de união diz que discussão é ‘retrocesso democrático’.

Quando a ação foi apresentada ao CNJ, em 2016, haviam sido identificados três casos de uniões registradas em cartórios: uma entre um homem e duas mulheres; outra com três homens e duas mulheres; e uma terceira, de três mulheres.

 

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