Para Barroso, professores não devem promover suas crenças durante as aulas

O Supremo Tribunal Federal deve retomar hoje o julgamento de ação sobre ensino religioso nas escolas públicas.

Ontem, o relator da ação votou para que professores sejam proibidos de promover suas crenças durante as aulas. Luís Roberto Barroso defendeu a adoção de um modelo ‘não-confessional’, que se limite à exposição das doutrinas.

A decisão final sobre o assunto depende do voto da maioria dos 11 ministros da Corte.

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